Desesperada é só a solidão

Por que temos medo de envolver-nos com a escuridão?

Não é o que você pensa sobre mim

Mas é que você tem pensamentos estranhos e ruins

Se o monte do vale se perdeu

É porque assim sou eu

Só se não pudéssemos voltar para a realidade

Existiria o caos da trindade

Como podemos guardar a raiva que nos consome?

Por que realmente não sermos homens?

Nos perderíamos com a coletânea de sonhos

Nos sufocar, dar sugestões estranhas

As quais não pertencem mais a nós

E depois de ficarmos a sós

Por que não ter sonhos normais?

Não como os bichos estranhos dos quintais

Da sua mansão

Mas encontrar as realidades verdadeiras

Que existem no seu coração

Como o amor entre o beija-flor e a flor

Porém a dor de um dia encontrar

Poder ser feliz ou triste sem parar

Tentar encontrar entre todos os males a felicidade

Mas sem cair no chão

Também todas as verdades do seu coração

Isso é o que nos resta no fim, então...